"Não podemos subestimar a maldade deste governo ilegítimo contra a classe trabalhadora"

31/01/2018
Assessoria de Imprensa da Força Sindical "Não podemos subestimar a maldade deste governo ilegítimo contra a classe trabalhadora" Sérgio Nobre e Carmem Foro na reunião das Centrais sindicais que deliberou pela Jornada e Dia Nacional de Luta contra a reforma

“A Jornada de Luta Contra a Reforma da Previdência será muito importante para alertar a população brasileira contra a campanha mentirosa que o governo ilegítimo de Michel Temer vem fazendo para reduzir a rejeição à proposta de reforma da previdência, que acaba com aposentadorias e traz consequências nefastas para toda a classe trabalhadora. Os sindicatos, Federações e Confederações filiados à CUT vão mobilizar a base e intensificar a contraofensiva para derrotar esse governo. Não descansaremos nenhum dia”, garante o secretário-geral nacional da CUT, Sérgio Nobre, que também é coordenador nacional da Articulação Sindical, principal tendência interna da Central. A jornada servirá também para pressionar os parlamentares manifestar rejeição à proposta e inviabilizar sua votação.

A fala de Sérgio Nobre foi feita na manhã desta terça-feira (31/01), ao final da reunião entre dirigentes da CUT e demais centrais sindicais do Brasil, que deliberou pelo início imediato da ‘Jornada de Luta contra a Reforma da Previdência’ e por 19 de fevereiro como o “Dia Nacional de Luta”. Já a Jornada será mantida até que a proposta seja retirada da pauta de votação da Câmara dos Deputados e engavetada. Existe a possibilidade de o texto ser colocado em votação no próximo dia 19, segundo o Planalto tem informado.

Os sindicatos e militantes cutistas serão convocados a participar do ‘Dia Nacional de Luta com greves, paralisações, assembleias e atos públicos contra.

 

“Não podemos subestimar a maldade deste governo ilegítimo para com os trabalhadores e as trabalhadoras. A luta será diária. Além das mobilizações de massa, a CUT e as demais centrais sindicais também farão audiências com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com quem for preciso para retirar da pauta da Câmara a reforma da Previdência”, afirmou Sérgio Nobre, secretário-geral nacional da CUT e coordenador nacional da Articulação Sindical.

Na reunião desta manhã, a CUT e demais centrais divulgaram nota de repúdio à campanha enganosa que o governo ilegítimo vem usando para reduzir a rejeição à reforma. Mais de 85% da população se dizem contrários a mudanças na previdência, conforme pesquisa CUT/VoxPopuli, porque exterminará direitos. Temer deu início recente a uma maratona de entrevistas, publicidade paga na mídia tradicional e até participação em programas de televisão como Silvio Santos para mentir sobre os inexistentes “benefícios da reforma da Previdência”

 

Leia a íntegra da Nota assinada pela CUT e demais centrais

Centrais realizarão Jornada Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência

Em reunião manhã desta quarta-feira (31), as centrais sindicais (CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, UGT, Intersindical) aprovaram a realização de uma Jornada Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência.

Na oportunidade, as centrais repudiaram a campanha enganosa do governo Michel Temer para aprovar a Reforma da Previdência. E orientam para o próximo dia 19 de fevereiro um Dia Nacional de Luta.

Com a palavra de ordem “Se botar pra votar, o Brasil vai parar”, as centrais orientam suas bases a entrarem em estado de alerta e mobilização nacional imediata, com a realização de assembleias, plenárias regionais e estaduais, panfletagens, blitz nos aeroportos, pressão nas bases dos parlamentares e reforçar a pressão no Congresso Nacional.

As centrais sindicais conclamam suas bases a reforçar o trabalho de comunicação e esclarecimento sobre os graves impactos da “reforma” na vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

A unidade, resistência e luta serão fundamentais para barrarmos mais esse retrocesso.

Vagner Freitas, presidente da CUT

Antonio Neto, presidente da CSB

Adilson Araújo, presidente da CTB

Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical

José Calixto, presidente da Nova Central

Ricardo Patah, presidente da UGT

 

Da Redação da Imprensa ArtSind