Jovens não valorizam a democracia, diz pesquisa

05/10/2015
Sergio Silva/CUT-SP/03.10.15 Jovens não valorizam a democracia, diz pesquisa

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Apenas 30% dos jovens com menos de 35 anos acreditam que a democracia é o valor mais importante na vida em sociedade. O percentual é ainda mais baixo (24%) entre os jovens da mesma faixa etária residentes em países do Leste europeu. Os dados fazem parte do informe do projeto Pesquisa Mundial de Valores, que identificou também um agudo contraste entre os jovens e as pessoas com mais de 35 anos sobre o papel da democracia no mundo atual. Entre os mais velhos a democracia obteve o apoio incondicional de 72% dos entrevistados. A entidade que realizou a pesquisa tem o reconhecimento das Nações Unidas

 

O jornalista ítalo-argentino Roberto Savio comentou os resultados da pesquisa num artigo intitulado “A lamentável decadência de democracia”, do qual publicamos os quatro primeiros parágrafos, na versão em espanhol:

" El último estudio global realizado por la Pesquisa Mundial de Valores sobre la solidez de la democracia en 2015 arroja datos sumamente preocupantes. No obstante, ha sido totalmente ignorada, excepto por el New York Times, que publicó un informe especial.

Según la autorizada institución, que cuenta con gran prestigio en el seno de las Naciones Unidas,  en Estados Unidos, el número de ciudadanos que aprueban la ley que legaliza la tenencia de armas, ha pasado de uno cada 15 en 1995, a uno cada seis en 2015.

Mientras que entre los nacidos antes de la Segunda Guerra Mundial, un sólido 72 por ciento asignó a vivir en una democracia el valor más alto, para los nacidos después de 1980 la cifra se redujo a  menos de 30 por ciento, ligeramente menor a la opinión de 32 por ciento de  europeos nacidos también después de 1980.

La proporción es aún más pequeña en Europa del Este, donde alcanza solo al 24 por ciento. En esa región, la preocupación principal es el nivel de ingresos, un trabajo seguro y la posibilidad de una jubilación,  son más importantes que el tipo de régimen bajo el cual vivir.

A versão integral do artigo pode ser lida no site Other News.

Com informações do Observatório da Imprensa